Pastor critica políticas de reassentamento somali em Minnesota após tiroteio
Rob Ketterling, da River Valley Church, falou em “problema de gangues somalis” e sugeriu mudanças
EDEN PRAIRIE (MN, EUA) — Após um tiroteio ligado a gangues durante um jogo na Eden Prairie High School, em Minnesota, o pastor Rob Ketterling criticou as políticas de reassentamento de somalis no estado, chamando-as de “compaixão sem padrão”, segundo o Gospel Mais.
De acordo com a publicação, o episódio ocorreu em 2 de outubro e interrompeu o homecoming da escola, deixando dois adolescentes feridos no estacionamento do Aerie Stadium. Nas redes sociais, Ketterling, pastor da River Valley Church, afirmou: “Não é errado admitir que temos um problema de gangues somalis que precisa ser resolvido agora”.
O Gospel Mais contextualiza que, após a Guerra Civil Somali em 1991, os EUA receberam famílias somalis por refúgio e asilo, e Minnesota tornou-se um dos principais destinos por atuação de agências de reassentamento, muitas de caráter religioso, e por oportunidades econômicas. Segundo Ketterling, esse modelo estaria falhando, ao assentá-los com acesso imediato a benefícios e incentivo à manutenção de uma cultura separada.
Entre as propostas do pastor estão: aplicar as mesmas penalidades a estudantes somalis em escolas e tribunais, exigir proficiência em inglês e trabalho para acesso a assistência financeira e interromper novas alocações e migração em cadeia para Minnesota. “Pare a compaixão que está realmente machucando, não ajudando”, disse.
As autoridades de Minnesota identificaram Adam Abdihakeem Adam, de 18 anos, como principal suspeito do tiroteio em Eden Prairie. Segundo a publicação, houve ainda registros de outros tiroteios em julho e setembro envolvendo jovens somalis como alvos ou com alguma responsabilidade. O escritório do xerife do condado de Hennepin afirmou que “todos merecem se sentir seguros em seu bairro”.
Com informações de Gospel Mais.
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