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Terremoto de magnitude 7 atinge o Tibete, na China, e deixa 16 mortos e 32 feridos

Tremor foi registrado numa área montanhosa da região de Nagqu, a 10 km de profundidade; casas desabaram e o governo chinês ativou o segundo nível mais alto de emergência

Foto ilustrativa: a cidade de Nagqu, no Tibete, em foto de arquivo
Foto ilustrativa: a cidade de Nagqu, no Tibete, em foto de arquivo Foto: Baycrest, via Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)

Um terremoto de magnitude 7,0 atingiu nesta quinta-feira (22) o Tibete, região autônoma da China, e deixou 16 mortos e 32 feridos, segundo a agência estatal chinesa Xinhua. O tremor aconteceu às 11h33 no horário de Brasília (22h33 no horário local), de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

O epicentro foi numa área montanhosa a cerca de 190 quilômetros a leste-nordeste da cidade de Nagqu, uma das principais do Tibete, a 10 quilômetros de profundidade, segundo o USGS. Tremores rasos como esse costumam ter efeitos maiores na superfície. O Centro de Terremotos da China confirmou a magnitude.

Casas desabaram

Segundo a Xinhua, citada pelo g1, houve desabamento de casas na região, e os serviços de eletricidade e de telecomunicações foram afetados na sede do distrito. Em aldeias perto do epicentro, as autoridades encontraram pessoas feridas e casas com rachaduras, informou a agência Reuters com base na imprensa estatal, segundo O Globo. Vídeos divulgados por veículos locais mostraram moradores saindo de casa durante o tremor.

A Administração Sismológica da China ativou o nível II de resposta a emergências, o segundo mais alto do sistema, de acordo com a emissora estatal CGTN. Equipes de resposta rápida foram enviadas para as áreas atingidas.

Réplicas

Menos de uma hora depois do tremor principal, uma réplica de magnitude 5,2 foi registrada na mesma região. Até as 15h06 (horário de Brasília), o USGS listava pelo menos seis tremores de magnitude entre 4,5 e 5,2 na área. O sistema de estimativa de impacto do USGS classificou o terremoto com alerta laranja, o que indica a possibilidade de vítimas e prejuízos significativos.

O sudoeste da China registra terremotos fortes com frequência, porque ali a placa tectônica da Índia se choca com a da Eurásia.

Com informações do g1, de O Globo e do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Com informações de g1.

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