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Ato de campanha na Avenida Paulista termina com pichações e ocorrências, diz a PM; Metrô fala em ausência de danos

Secretaria da Segurança Pública registra tumulto e depredação na dispersão do ato de domingo; Metrô diz não ter registro de vandalismo nas estações

Pichação “Viva a Revolução” na cobertura de vidro de uma entrada da estação Trianon-Masp, na Avenida Paulista, após o ato de domingo (11); as reportagens não informam quem a fez
Pichação “Viva a Revolução” na cobertura de vidro de uma entrada da estação Trianon-Masp, na Avenida Paulista, após o ato de domingo (11); as reportagens não informam quem a fez Foto: Reprodução, via Últimas Notícias

A Polícia Militar registrou ocorrências de tumulto, pichações e depredação na região da Avenida Paulista, em São Paulo, durante a dispersão do ato de campanha do candidato à reeleição Lula (PT), no domingo (11). A informação consta em nota da Secretaria da Segurança Pública (SSP), enviada por volta das 19h. A PM disse que continuava acompanhando a movimentação e que a situação estava controlada.

O que mostram as imagens

Segundo a CNN Brasil, entradas das estações Consolação e Trianon-Masp, da Linha 2-Verde, foram pichadas e danificadas. A PM relatou portas e grades de acesso quebradas na Consolação. Vídeos mostram uma pichação com a frase “Viva a Revolução” na cobertura de vidro de uma entrada da Trianon-Masp. As reportagens não informam quando nem por quem ela foi feita.

Versão do Metrô

O Metrô informou que, até o início da noite, não tinha registro de vandalismo ou danos nas estações da Paulista, e que a operação foi focada na segurança e no transporte dos passageiros. A empresa fechou temporariamente a Trianon-Masp, até as 16h30, por causa da alta concentração de público, e acionou o plano de controle de multidão. Os passageiros foram direcionados às estações Consolação e Brigadeiro, que ficaram abertas.

Sem identificação

Os textos consultados não informam prisões nem pessoas identificadas. A CNN Brasil diz que tentou contato com a campanha de Lula, que não havia se manifestado.

Com informações de CNN Brasil e Estadão Conteúdo.

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