Cristãos no Irã se reúnem em cultos online; SAT-7 diz ter encontros semanais com até 50 pessoas
Emissora cristã por satélite afirma levar 250 episódios de TV por semana ao país e receber cerca de 70 interessados por dia pela internet, em meio ao conflito na região
Encontros de oração, estudo bíblico e adoração pela internet se tornaram um refúgio para cristãos iranianos, que enfrentam perseguição religiosa, isolamento e dificuldades econômicas em meio ao conflito militar que envolve Irã, Estados Unidos e Israel. O relato é de John Cerniglia, da SAT-7, emissora cristã via satélite que atua no Oriente Médio e no Norte da África, segundo a MNN, em texto publicado pelo Guiame.
O que a SAT-7 diz oferecer
Segundo a organização, o trabalho chega ao Irã por dois canais: a TV por satélite e a internet, com redes sociais. Os números são da própria emissora:
- 250 episódios de TV por semana sobre a vida e os ensinamentos de Jesus;
- quatro sessões ao vivo por semana de adoração e ensino pela internet, cada uma com 30 a 50 participantes;
- cerca de 70 pessoas por dia procurando o ministério pela internet.
A SAT-7 afirma que os encontros acontecem em plataformas seguras e privadas.
O que dizem os participantes
Cerniglia afirma que a guerra está aproximando as pessoas de Cristo e que elas querem falar cada vez mais sobre isso. Segundo ele, os iranianos dizem que o sacrifício e o sofrimento não são passageiros, já que a Bíblia ensina que devem ser esperados. Uma telespectadora identificada como Ellen escreveu que passava por dias difíceis e que, depois de três dias de webinars, se sentiu renovada.
Pedido de oração
O representante da SAT-7 pede orações para que Deus seja refúgio, proteção e provisão aos cristãos no Irã.
O que não foi confirmado
Os números vêm da própria organização, e o Macaíba Gospel não encontrou confirmação independente. Em outubro, o portal publicou sobre a esposa de um pastor iraniano convocada a cumprir pena de 13 anos, e no próximo domingo (1º) começa o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida.
Com informações do Guiame, que cita a MNN.
Com informações de Guiame.
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