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Gate descarta bomba em carro de Flávio Bolsonaro depois do debate na Band

Cães farejadores reagiram a um componente químico no veículo; comandante do Esquadrão de Bombas diz que foi alarme falso causado por mistura que se espalhou no capô

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato no 2º turno da eleição para presidente
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato no 2º turno da eleição para presidente Foto: Carlos Moura/Agência Senado (CC BY 4.0)

O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), o esquadrão antibomba da Polícia Militar de São Paulo, descartou na noite deste domingo (18) a suspeita de bomba no carro em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) chegou ao debate do 2º turno da eleição para presidente, na Band, no Morumbi, em São Paulo.

Os cães farejadores

A suspeita começou com os cães farejadores. Segundo o comandante do Esquadrão de Bombas de São Paulo, capitão Victor Capello Haddad, os cães sinalizaram, no veículo, componentes químicos que poderiam indicar um explosivo. "Um dos componentes pode ser, provavelmente, amônio ou um perclorato", disse o capitão, segundo a CNN Brasil.

De acordo com o comandante, não havia nenhum artefato. Ele afirmou que eram "só misturas que volatilizaram e traíram a noção dos cães", e a Exame registra que, segundo ele, alguma substância pode ter se espalhado no capô do carro e confundido a unidade canina. A substância não foi identificada de forma definitiva.

Como foi a operação

  • O carro estava no estacionamento da emissora, na área reservada aos carros oficiais das comitivas dos candidatos.
  • Quem acionou o Gate foi a Polícia Legislativa do Senado, responsável pela segurança do senador.
  • A área foi isolada e um policial com roupa antibomba foi até o veículo, segundo o portal ND+.
  • Jornalistas e equipes que ainda estavam na Band foram orientados a ficar dentro do prédio durante a varredura.
  • Depois de uma busca com o perímetro ampliado, o local foi declarado seguro, segundo a CNN Brasil.

Os candidatos

Flávio Bolsonaro deixou a Band em outro carro, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Segundo os relatos da imprensa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio já tinham deixado os estúdios quando a área foi isolada.

O que ainda não se sabe

Segundo o capitão, ao Metrópoles, o alerta começou com uma denúncia feita à Polícia do Senado. Não foi informado quem fez a denúncia nem qual era exatamente a substância apontada pelos cães, e nenhum laudo foi citado. Esta matéria é atualizada conforme houver novas informações oficiais.

Com informações da CNN Brasil, do Metrópoles, da Exame, do ND+, do G1, do Estadão, do UOL, da Folha de S.Paulo e do Poder360.

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Alerta veio de denúncia à Polícia do Senado

O comandante do Gate, capitão Vitor Capello Haddad, disse ao Metrópoles que o alerta começou com uma denúncia: "Veio uma denúncia através da Polícia do Senado". Ele repetiu que não havia bomba: "São só misturas que volatilizaram e enganaram os cães farejadores". Segundo o Metrópoles, nenhum laudo foi citado e o componente que provocou a reação dos cães ainda não foi identificado. Folha de S.Paulo, Poder360 e Correio Braziliense também informam que a ameaça foi descartada.

por Redação Macaíba Gospel

Importante

Suspeita descartada

O Gate concluiu a vistoria do carro no estacionamento da Band e descartou a presença de bomba. Segundo o comandante do Esquadrão de Bombas de São Paulo, capitão Victor Capello Haddad, os cães farejadores reagiram a misturas químicas que se espalharam no veículo, e não a um explosivo. (Fonte: CNN Brasil e Exame)

por Redação Macaíba Gospel

Com informações de CNN Brasil.

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