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Retirada de civis em Oleshky pode sinalizar nova fase nas negociações de paz

Cerca de 800 pessoas foram resgatadas em missão mediada pela ex-primeira dama dos EUA

Foto ilustrativa: Madrid City Council lit up in Ukrainian flag colours
Foto ilustrativa: Madrid City Council lit up in Ukrainian flag colours Foto: CasuarioAlmeriense, via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 800 civis em situação de vulnerabilidade foram retirados da cidade de Oleshky, no sul da Ucrânia, que está sob ocupação russa. A ação foi anunciada pela ex-primeira dama dos Estados Unidos, Melania Trump, que mediou um cessar-fogo temporário para facilitar a missão. A retirada foi coordenada pelo comissário ucraniano para os direitos humanos, Dmytro Lubinets, e sua contraparte russa, Yana Lantratova.

A maioria dos civis escolheu se dirigir para o território controlado por Kiev, enquanto alguns optaram por ir para a Rússia. A administração regional de Kherson informou que ainda mais de mil habitantes permanecem em Oleshky, que receberam assistência humanitária, incluindo alimentos, água e medicamentos.

Melania Trump elogiou a cooperação entre os dois países e sugeriu que os acordos feitos em Oleshky poderiam ser uma base para uma paz duradoura. No entanto, o Kremlin não demonstrou planos imediatos para novas operações humanitárias, embora Lubinets tenha enfatizado a importância de manter o mecanismo de cooperação.

No mesmo dia do cessar-fogo, o Estado-Maior ucraniano relatou que as forças russas teriam usado a pausa para fortalecer suas posições e movimentar tropas. Apesar disso, especialistas afirmam que a missão trouxe um passo importante para futuras ações humanitárias, embora a desconfiança permaneça sobre as intenções da Rússia nas negociações.

Com informações de DW Brasil.

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